| | 547 Utilizadores on-line |    

Login [Entrar]

 
   
 
Opinião 

      Título   Autor   Data de Publicação  
                 

 
  Ainda no seguimento da analise ao decréscimo de licenças de caça, num artigo de opinião neste Portal  
  Extermínio da espécie caçador?  
     
 
08-06-2009 Extermínio progressivo da “espécie” caçador como uma realidade que só não vê quem quer. Realidade preocupante para mim e para muitos, ignorada por outros, mas de agrado a muitos mais:
 
     
  Miguel Avelino  
   

 
 
  Na última década decresceram 31%  
  Licenças de Caça em declínio  
     
 
28-05-2009 Há, na fria análise dos números referentes às licenças de caça emitidas nos últimos dez anos, uma certeza indesmentível: estas diminuíram em cerca de 30%. A forma mais correcta de quantificar o número de praticantes no sector, será esta mesmo; a avaliação do número total de licenças emitidas para cada época de Caça em questão. O que é que se passou, então, nos últimos dez anos?
 
     
  Luis A. S. R. Ferreira de Paiva  
   

 
   
 
  Ainda sobre os tordos… era uma vez uma pomba chamada Martha…!  
     
 
20-02-2009 Ainda sobre os tordos… era uma vez, uma pomba chamada Martha que viveu cativa no Jardim Zoológico de Cincinnati até ao dia 1 de Setembro de 1914, data em que infelizmente morreu.
 
     
  Alexandre Miguel Silva Martinho Reis Caetano  
   

 
 
  Um Balanço da época 2008/2009 nos Açores  
     
 
08-01-2009 Pode-se dizer que esta época venatória praticamente acabou no dia 28 de Dezembro já que espécies como a Galinhola (fechou em finais de Novembro), o coelho bravo e a codorniz (fecharam no último domingo de Dezembro) já não se podem caçar nos Açores com excepção do coelho para a Ilha do Pico e para a Ilha das Flores e num processo que envolve muitas dúvidas e pode mesmo por em causa a sustentabilidade de outras espécies como seja a Galinhola da Ilha Montanha, já que manter aberta a “caça” ao coelho no Pico todo o ano e todos os dias é uma decisão muito pouco acertada.
 
     
  Gualter Furtado  
   

 
 
  Continua a «caça» Clandestina nos Açores  
     
 
05-12-2008 A Ilha Terceira tem condições de terrenos e clima para uma dinâmica populacional das espécies cinegéticas muito positiva e se a gestão da caça for efectuada com rigor, no respeito dos conhecimentos técnicos e científicos e com o envolvimento das organizações de caçadores, a caça nesta ilha poder-se-ia considerar um Paraíso.
 
     
  Gualter Furtado  
   

 
   
   
 
  «Os fluxos migratórios têm vindo a decrescer de forma assustadora»  
  Tordos: A alarvidade de um limite  
     
 
14-10-2008 A medida agora preconizada dos 50 tordos por dia de caça é completamente desajustada da realidade. Seria lógica aqui há 40 anos atrás, actualmente é completamente utópica. Se bem que não acredito muito no cumprimento da lei dos limites, contesto veementemente a medida agora alterada pelo Sr. Director Geral dos Recursos Florestais com o aval de Sua Exª. o Sr. Secretário de Estado.
 
     
  JOAQUIM MIRA DOS REIS  
   

 
   
   
 
  «Podem ser caçadas mas com ética e regras»  
  Galinholas um Tesouro dos Açores  
     
 
01-06-2008 A caça às galinholas (Scolopax rusticola) é uma prática cinegética muito antiga nos Açores, como demonstra uma foto de uma caçada às galinholas na Ilha do Faial realizada por dois membros da família Dabney, Ralph e Charles por volta de 1885 e publicada no livro escrito por José A. Gomes Vieira com o título “A Família Dabney”.
 
     
  Gualter Furtado  
   

 
 
  O Secretário de Estado da Caça  
     
 
27-05-2008 Deixem-me chamar-lhe assim, em vez de o tratar pelo pomposo e complicado título institucional de Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas. Ascenso Simões parece ser o homem que caiu do céu no mundo da caça.
 
     
  Álvaro Moreira  
   

 
 
  Os cães ...  
     
 
16-02-2008 Andam para aí outra vez nas bocas do Mundo… Mordem em crianças, mordem em quem calha… Nos media aparecem muitos “especialistas”… sempre com o mesmo aspecto, de gente que de cães só sabe que gosta deles e pouco mais… Dizem sempre o mesmo: a culpa é do dono, a culpa é até de quem foi mordido… sempre… as pessoas não conhecem os cães, ou, os cães não foram “socializados”…
 
     
  António Luiz Pacheco  
   

 
 
  Mais Fraca!  
  Açores: Época de Caça de 2007/2008  
     
 
07-01-2008 Coelho: A pior dos últimos 20 anos e particularmente nas ilhas de São Miguel e de Santa Maria, a explicação para este facto são o aumento exponencial dos predadores, dos furtivos, a falta de fiscalização, doenças, alteração de habitats, uma maior pressão dos caçadores e designadamente uma forte concentração nos locais que se pensa existirem alguns coelhos, a abertura de veredas ilegais, e principalmente o não ordenamento do território com a consequente falta de gestão dos recursos cinegéticos. Aguarda-se a regulamentação da nova lei dos Recursos Cinegéticos, embora o cepticismo esteja instalado.
 
     
  Gualter Furtado  
   

 
   
 
  «São feitas exigências que roçam a inconstitucionalidade – se é que não são inconstitucionais mesmo»  
  A Lei das armas e a nossa representação  
     
 
26-11-2007 Deixei propositadamente passar cerca de um ano e meio desde a entrada em vigor da nova Lei das Armas - Lei n.º 5/2006 - para emitir uma opinião sobre o assunto, na expectativa de haver alterações e do tempo fazer jus à fama que tem de bom conselheiro.
 
     
  Luis A. S. R. Ferreira de Paiva  
   

 
 
  ... exige um estudo cuidado para aqueles que tanto gostam da sua caça, possam prossegui-la amanhã  
  Javali que futuro?  
     
 
08-03-2007 Fala-se hoje com muita acuidade se o efectivo de javalis estará em progressão ou em regressão no território Nacional. Este assunto tem tido uma discussão acalorada no Fórum do Portal Santo Huberto nos últimos meses, bem como nas revistas da especialidade, agora que a época de montarias terminou e as esperas se aproximam, é um bom momento para abordarmos esta temática. Há quem defenda que o seu efectivo estará em regressão, pois nas manchas onde sempre existiram em quantidade diminuíram, sendo esta constatação verificada nos quadros de caça apresentados nos finais das montarias, quer em quantidade quer em qualidade. Nas esperas também se constata que a qualidade estará a diminuir, os grandes navalheiros já não aparecem. E quem o diz, são pessoas com experiência de muitos anos e que à caça têm dedicado muito tempo da sua vida, uns sendo apenas amantes desta nobre arte e outros que exercem profissionalmente esta actividade.
 
     
  Filipe Pedroso de Lima Domingos  
   

 
 
  ou o dilema fardo de palha versus estofos cómodos  
  Transporte das Armadas numa Montaria  
     
 
24-01-2007 Quando comecei a participar em montarias cheguei à conclusão que o transporte nos atrelados de tractor, sentados em fardos de palha, só podia ser uma coisa: um qualquer castigo, por qualquer razão antiga, que eu ainda não tinha conseguido perceber, quase um ritual ancestral de que eventualmente já se perdera a origem, ainda cheguei a pensar que se pretendia manter os monteiros bem despertos até ao seu posto, garantindo o sucesso no abate, mas descartei tal hipótese.
 
     
  Alexandre Valente  
   

 
 
  enfim é uma Lei cheia de burocracias, dificuldades, entraves  
  A nova Lei das Armas  
     
 
27-11-2006 É o caso desta Nova Lei de Armas que entrou em vigor no passado mês de Agosto, deste mesmo ano, e as suas consequências muito negativas e gravosas para todos Caçadores Portugueses em Geral e para quem vive da vida Cinegética, que constitui “umas da principais fontes de rendimento para as zonas rurais, e põem em causa o seu desenvolvimento económico”, que gera muitos milhões de euros, e que o Estado não pode ficar alheio a esta situação e deve ter em conta esse mesmo desenvolvimento económico, para regiões do interior e o seu desenvolvimento socio-económico e cultural do nosso País.
 
     
  José Manuel Amaro da Silva  
   

 
Anterior 1 2 3 Próximo

     
  Voltar
 

| Ficha Técnica | Aviso Legal | Política de Privacidade |

 

(TES:1s) © 2004 - 2018 online desde 15-5-2004