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Histórias de Caça 

      Título   Autor   Data de Publicação  
                 

 
  A minha última aproximação aos veados  
     
 
09-11-2006 Setembro é a altura mais aguardada pelos caçadores de aproximação, tentando obter aquele troféu tão desejado. É mês em que as mudanças climatéricas são notáveis, despertando um impulso mágico nos veados. O mês da brama! Em todos os cantos e recantos do bosque mediterrânico onde existem veados e alguns gamos, ouve-se o seu “canto” nos locais menos acessíveis pelo ser humano.
 
     
  Gilberto Fernandes  
   

 
 
  Na minha Memória para toda a Vida  
     
 
17-05-2006 Estamos em Maio e é tempo de esperas e de muitas histórias de navalheiros. Qualquer esperista que se preze caça javalis na busca de um bom lance de caça mas sobretudo de um belo troféu. O relato que vou contar passou-se em 2002 e vai ficar na minha memória para toda a vida.
 
     
  Gilberto Fernandes  
   

 
 
  Há dias assim…!  
     
 
07-03-2006 Nas caçadas solitárias é aprazível não ter qualquer obrigatoriedade de seguir por aqui ou por ali, no decurso da jornada; progredir a nosso bel-prazer, parar ou andar, falar em voz alta com os cães, com as peças de caça, ou com as fragas e as árvores. Não ter que interromper o acto, alimentarmo-nos frugalmente com o que a Natureza dá: azedas, amoras e medronhos silvestres; amêndoas, figos, uvas, maçãs, peras, marmelos, nabos, tomates e outros frutos esquecidos; castanhas, laranjas, tangerinas, honestamente roubadas, mas sem exageros e sem desrespeitar a propriedade alheia. Tudo isto complementado com um indispensável naco de pão, queijo duro e uma fatia de presunto ou uma linguiça.
 
     
  AGOSTINHO BEÇA  
   

 
 
  Dia feliz de olhares tristes  
     
 
19-10-2005 Após uma noite pouco dormida, dou por mim em frente aos canis assistindo ao espectáculo que me é proporcionado por aqueles devotos companheiros que aí mantenho alojados. Cada um mostra mais vontade de me acompanhar que o outro e nesse intento multiplicam-se em saltos, em latidos, em gemidos...faço umas festas a todos, mas apenas concedo a "sorte" ao meu Brown (perdigueiro português de 7 anos) e ao Boby (seu filho de quatro anos).
 
     
  Nuno Augusto de Mira Curva Ferro  
   

 
 
  Terra Amada Ferida d’Asa  
     
 
05-09-2005 Na aldeia serrana só uma menina ainda vai à escola, descendo por caminhos de cabras para apanhar a camioneta da carreira. O seu pai é o derradeiro pastor que sonha com uma estrada por onde regressem os que abandonaram a terra. (...) No fim os cães olham à sua volta e vêem-se sem donos. E regressam às origens, galgando montes e assustando velhas. Selvagens como os homens que deixam morrer metade do seu país.
 
     
  AGOSTINHO BEÇA  
   

 
 
  Um Dia é da Caça. Outro do Caçador.  
     
 
23-05-2005 São quatro horas da manhã. Tudo escuro. Ouve-se o barulho de animais selvagens pisando as folhas secas. Do lado de fora da casa, o frio e a floresta de coníferas. Eles preparam-se para sair. Botas à prova d’água, roupas de camuflagem, arco e flecha. Quem são eles? Os amantes da caça. Tudo preparado, e eles partem, mata adentro, em busca do veado, tão sonhado troféu.
 
     
   
   

 
 
  Ética da Caça e do Caçador  
     
 
04-02-2005 Chegaram por volta das sete e meia da manhã. Chovera imenso durante a noite e os caminhos estavam mais enlameados do que nunca. Resolvendo não avançar com o carro, pararam no alto do caminho, ao começar a descer para o marco geodésico da Recta Corsa. Atrás deles, sobressai – verdadeiramente imponente – o cabeço de Outeiro, com os seus mais de 800 metros de altitude e as ruínas do Castelo, iluminadas pela magia do amanhecer.
 
     
  AGOSTINHO BEÇA  
   

 
 
  A oportunidade do lance ...  
     
 
14-01-2005 Desde o dia em que este episódio ocorreu até agora já passou quase um ano, mas tenho bem fresco na memória o lace vivido, e só agora decido partilhar esta “história de caça”, pois estamos em plena época de montarias, e com alguma frequência nos desencantamos com as portas que nos saem em sorteio.
 
     
  NELSON CADAVEZ  
   

 
 
  À Espera… de um Troféu de Javali  
     
 
12-12-2004 A história do lance Fev 2004 – Apresentada uma reclamação do agricultor por danos em sementeira de ervas, desloquei-me ao local e inspeccionei os vestígios cujas pegadas eram quase imperceptíveis devido às características do terreno, existindo no entanto uma boa charca, mas com sinais de lama somente nas proximidades.
 
     
  Pedro Alexandre Bravo Lima Delgado  
   

 
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