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Relatos de Montaria

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Serra de Sicó
Montaria da Redinha
 

     

Autor: Filipe Pedroso de Lima Domingos

30-01-2008 21:45:54

 

Local de Concentração
   
Pequeno Almoço
   
A Prelecção
   
Saída das Armadas
   
Quadro de Caça
   
A Redinha é habitada desde tempos imemoriais e situa-se no sopé da serra de Sicó. O primeiro foral data de 1159 e foi concedido por D. Gualdím Pais, mestre dos Templários. A 12 de Março de 1811 houve na freguesia o chamado Combate da Redinha em que tropas Francesas deram uma lição táctica ao exército anglo-luso ao escapar por uma estreita ponte de pedra românica que é hoje um ex-libris da Vila.

Montaria – Redinha - Pombal
Mancha – Vale Pereiro – Serra de Sicó
Data – 26-01-2008
Organização – Federcaça
Director da Montaria – Luis Cordeiro
Portas – +- 150
Matilhas - 14
Tiros – +- 40
Tempo – Sol
Resultado – 12 Javalis (1 navalheiro)


Montaria organizada pela Federcaça, em parceria com a Junta de Freguesia da Redinha e a Associação de Caçadores local. Esta organização tinha como objectivo proporcionar aos associados da Federcaça uma confraternização associativa, tendo-os convidado para o efeito. Assim, estive presente com prazer, em representação do Clube de Caçadores das Caldas da Rainha.

A Associação Cultural e Recreativa de Anços recebeu condignamente os cerca de 150 caçadores que compareceram. Como já tenho referido ainda que a mancha seja grande, o que era o caso e, sem problemas de maior com a segurança, parece-me um autêntico exagero. E eram esperadas mais de 200, o que felizmente não se concretizou porque falharam a sua presença, o que até originou uma reformulação tendo-se anulado algumas armadas.

O pequeno almoço foi servido em qualidade e quantidade, a que se seguiram umas breves palavras do senhor Presidente da Junta e do Director da Montaria, que é o Presidente da Federcaça.

Saída das armadas em boa ordem apesar do número, sendo expectável que a sua colocação seria de alguma forma demorada. As portas em serra são sempre difíceis e algumas com acessos em pendentes algo inclinados, criaram uma ou outra dificuldade a exigir boa preparação física.

O foguete foi lançado cerca das 12:15 tendo começado logo a ouvir as ladras das matilhas ao longe. A mancha era muito difícil para as matilhas, zonas muito fechadas e de mato alto que praticamente impediam que lá se entrasse. O terreno estava fossado de fresco em tudo que era sítio. Há seguramente muitos porcos por ali, pois o coberto vegetal dá-lhes uma segurança tremenda. Estou mesmo convicto que muitos não saíram dos seus encames, na encosta da minha armada os cães não passaram por lá.

Ouvi cerca de 40 tiros nas cerca de 3 horas que durou a montaria. A descer todos os santos ajudam e os cerca de 1500 metros até ao transporte fizeram-se bem melhor.

Dois javalis já se encontravam perfilados quando chegámos à Associação. A chegada das armadas e javalis foi demorada, pela dificuldade de recolha, tendo o quadro de caça sido composto por 12 javalis.

Cerca das 17.15 horas abriram-se as portas para o retemperador almoço, com a presença dos Senhor Presidente da Câmara do Pombal.

No cômputo geral foi uma boa organização, como é apanágio da Federcaça tendo resultado um bom convívio. As matilhas fizeram o que puderam tendo em conta as dificuldades do coberto vegetal já referidas.

Negativamente e nunca é demais referi-lo, após o foguete de final de montaria ouviram-se bastantes tiros. Quando é que se muda esta atitude?

De notar que a organização ofereceu a todos umas lembranças o­nde se incluía uma garrafa de vinho branco “Terras de Sicó” e foi sorteado um par de botas no final do almoço.
 

 
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