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A Narceja e a sua Nidificação em Portugal
 

     

Autor: Carlos António Candeias Pereira

Autor Fotos: Carlos Pereira

02-06-2008 21:00:00

 

Macho de Narceja em atitude de defesa do território
   
Habitat de reprodução (Caldeira) no Faial
   
Macho de Narceja em parada nupcial
   
Ninho com ovos de Narceja
   
Cria de Narceja com poucos dias
   
Outrora relativamente abundante, como reprodutor, em algumas serras do Minho e de Trás-os-Montes, actualmente devido à drenagem das zonas húmidas de altitude, a Narceja-comum praticamente desapareceu, como nidificante, da paisagem continental portuguesa. Porém, devido a condições climáticas únicas no nosso país, o arquipélago dos Açores alberga ainda uma população reprodutora de algumas centenas de casais.

A Narceja-comum Gallinago gallinago é uma espécie politípica com uma distribuição Holártica e divide-se em três subespécies, duas das quais habitam o Paleártico Ocidental: a Narceja-comum G.g. Gallinago e a Narceja-das-Féroe G.g. faeroeensis que se distribui pela Islândia, ilhas Féroe, Shetland, Orcadas e St-Kilda. A outra subespécie – reconhecida pela A.O.U. (American Ornithologists Union) como uma espécie distinta desde 2002 –, a Narceja de Wilson G.g. delicata, com alguns registos ocasionais na Europa, Açores e África (Senegal), distribui-se por toda a América do Norte e Gronelândia.

A Narceja-comum, a subespécie nominal, é sem dúvida a mais conhecida das três subespécies, sendo também a que apresenta uma mais vasta distribuição, estendendo-se por toda a Eurásia. A nível Europeu a sua população encontra-se estável, embora apresente, nos últimos anos, em alguns países Europeus, um ligeiro declínio. Ocorre ao longo do ciclo anual por uma área geográfica que vai da Grã-Bretanha à Sibéria Oriental e do Norte da Escandinávia a Portugal durante o período de reprodução; do Sul da Escandinávia até à África Tropical no Inverno, período durante o qual as costas do Oeste de França e as ilhas Britânicas assumem uma grande importância. A bacia do Mediterrâneo, a Ásia Menor e a Índia, assim como parte do Extremo-Oriente recebem, também, importantes contingentes de narcejas no Inverno.

A reprodução

Embora com um ano de idade já tenham atingido a maturidade sexual, a nidificação efectiva nem sempre acontece a partir desta data e isto deve-se sobretudo ao facto de os machos mais velhos serem os primeiros a ocupar os melhores locais com habitat mais favorável, não deixando geralmente grande espaço aos machos mais jovens – e inexperientes -, embora estes possam constituir uma população de substituição, no caso de alguma coisa acontecer aos mais velhos.

As paradas nupciais dos machos acontecem sobretudo de manhã e à tarde, às horas crepusculares mas, por vezes, também durante a noite, até à chegada das fêmeas. Desde que estas chegam (são fiéis aos mesmos locais, ano após ano) procuram um território de qualidade sobrevoando o local de nidificação; os machos redobram então a excitação e os «balidos» na tentativa de as atrair sobre os respectivos territórios. Quando uma zona lhe convém, a fêmea poisa e emite pios de chamamento sexual discretos; os machos dos arredores, incluindo aqueles já acasalados, respondem-lhe no mesmo tom, antes de se lhe juntarem efectuando a típica parada, com as asas arqueadas (Arched-wing display): os machos em voo, geralmente a uma dezena de metros do solo (mas por vezes muito mais alto), descem devagar até à fêmea com as asas juntas acima do dorso e mantidas firmemente arqueadas, as patas pendentes, o bico inclinado a 45º e a cauda desfraldada na horizontal. Chegados ao solo, eles recomeçam esta parada à volta da fêmea, encarquilhada, chamam-na, «balem», fazem loopings, com as asas na vertical e podem tomar também a postura de voo arched-wing display, podendo esta parada ser, tanto a 40m de altura como junto ao solo.

No entanto os casais não se formam logo, de forma espontânea, pois as fêmeas ao princípio aceitam acasalar com vários machos. É apenas quando a fêmea encontra um território que lhe convém, e escolhe o local de construção do ninho, que o casal se forma. O macho fica então por perto guardando o seu território, mas se alguma outra fêmea passa pelo local, ele tentará copular com ela.

O ninho, pouco elaborado, é construído pela fêmea. Ela faz quatro ou cinco depressões com o peito, no solo ou num monte de erva, de juncos, urze ou espadana; por fim escolhe dentre elas uma, bem dissimulada na vegetação, que será o ninho definitivo.

As posturas mais precoces acontecem a partir de Março na Grã-Bretanha, mas a maior parte tem lugar durante a segunda quinzena de Abril e muitas apenas acontecem em Maio.

A média das posturas é de quatro ovos, e a fêmea efectua a mesma a qualquer hora do dia, ao ritmo de um ovo com um intervalo de 24 a 30 horas. As posturas de substituição são frequentes em caso de perda da primeira, embora não se tenha a certeza quanto à possibilidade de a fêmea efectuar duas posturas por época.

A incubação é feita apenas pela fêmea, que começa a mesma entre a postura do terceiro e quarto ovo, ou mesmo após o último. A incubação tem a duração de 18-22 dias.

O macho aparentemente desinteressa-se desta fase da vida do casal, embora continue a cantar e em voos de exibição, até à eclosão dos primeiros ovos; então, após a nascimento das duas primeiras crias (por vezes apenas uma), ele que tinha seguido de muito perto toda a fase de eclosão, toma a seu cargo estas últimas afastando-se de seguida. Esta partilha da ninhada corta em definitivo os laços do casal e as duas primeiras crias não chegarão a conhecer nem a mãe nem os irmãos. Este fenómeno aumentará certamente as probabilidades de sobrevivência das crias face aos predadores.

As crias, nidífugas, são alimentadas nos primeiros seis dias pelos progenitores, bico a bico; após este período elas próprias passam a sondar o solo e tornam-se auto-suficientes neste aspecto desde o décimo dia.

Aos 19-20 dias os juvenis estão em condições de voare emancipam-se em definitivo às seis semanas.

O habitat

A Narceja escolhe para se instalar durante este período todo o tipo de zonas húmidas turfosas o­nde abundam a espadana, os juncos e os musgos. As zonas o­nde aparecem salgueiros, amieiros, bétulas ou Larícios parecem ser um bom indicador de habitat favorável à ocorrência da espécie.

É possível encontrar ninhos até uma altitude de 1000m na Europa Central, mas a nidificação acima dos 1600m é normal no Quirguistão e acontece por vezes – raramente – acima dos 2200m, junto de lagos. De uma maneira geral, os meios húmidos abertos com formações de vegetação baixa, o­nde o solo macio apresenta uma grande riqueza orgânica, ou seja um potencial alimentar elevado, são sítios preferencialmente procurados. A necessidade de um amplo campo visual para poderem avistar potenciais predadores fazem com que as narcejas tenham de instalar o seu ninho ao abrigo da vegetação herbácea.

Em Portugal, actualmente, no Continente, a Narceja nidifica a uma altitude de 1100m/1200m (Planalto da Mourela).

Portugal continental

No Continente é um Invernante comum, entre Outubro e Março, com as aparições mais precoces no início de Agosto e as mais tardias em Maio. Distribui-se de Norte a Sul, em todas as zonas húmidas com habitat favorável, sendo claramente mais comum no Litoral Centro (Ria de Aveiro e Vale do Mondego) e nos Estuários do Tejo, Sado e zonas adjacentes. Os habitates mais procurados são: arrozais, pauis, culturas alagadas, lagoas e margens de ribeiras e lameiros.

No Norte de Portugal a nidificação da Narceja é conhecida desde 1918. Aí pelos anos setenta do século passado existiriam ainda algumas centenas de casais, mas desde então assistiu-se à sua quase extinção como nidificante. Actualmente existe uma pequena população (menos de 10 casais), entre a zona Leste do Gerês e a área do Concelho de Montalegre.

As razões desta dramática queda no número de casais reprodutores deve-se sem dúvida a repentinas alterações no habitat, nomeadamente o abandono de práticas agrícolas tradicionais e o consequente desaparecimento dos lameiros naturais substituídos, muitas vezes, por lameiros tratados.

Nos Açores

Embora nos Açores seja uma espécie residente, até há pouco tempo quase nada se sabia acerca desta população. Sabe-se que no Inverno essa população é aumentada por indivíduos vindos da Europa e da América do Norte, sendo estas aves, certamente, acidentais.

Sobre a possível nidificação da Narceja nas ilhas, a primeira referência é de 1870, mas só em 1903, ao ser abatida uma fêmea com ovos, nas Flores, se teve a certeza da sua nidificação no Arquipélago.

Depois houve um século, quase sem informação escrita, que documentasse a sua nidificação nos Açores. Embora se falasse. Que sim. Que nidificava. Alguns testemunhos orais garantiam-nos que no Pico, em São Jorge e na Terceira já haviam sido, recentemente, detectados ninhos.

A situação actual

Em 2005 foi efectuado um primeiro censo para esta espécie no arquipélago dos Açores. Foi confirmada a presença e nidificação da Narceja em sete ilhas do Arquipélago e, sabe-se agora que, Portugal é o país da Europa meridional com maior número de casais nidificantes. Os dados apresentados de seguida são o resultado desse censo, embora algumas observações desta época (Primavera de 2008) nos tenham permitido actualizar os dados relativamente a São Miguel e ao Faial (Obs. Pess.).

São Miguel

A Narceja é uma espécie bem conhecida dos caçadores de São Miguel o­nde, no Outono e Inverno, é relativamente comum na zona da Covoada, Canada Larga, no Planalto dos Graminhais e na Achada das Furnas.

Sabe-se que, grande parte destas narcejas é oriunda da América do Norte, como o atesta a análise e identificação de algumas dezenas de indivíduos aqui caçados, nas épocas de 1999/2000 e 2006-2007, em que se verificou que cerca de metade das aves pertenciam à (sub)espécie G. g. delicata.

A população reprodutora é muito reduzida e a espécie apenas foi detectada, durante este trabalho, no Planalto dos Graminhais e na Achada das Furnas.

Aestimativa do número de casais em São Miguel é de 4-5 casais.

Terceira

Na Terceira, nos meses de Outono e Inverno, a narceja é um visitante comum. A população reprodutora está concentrada, sobretudo, na zona central da ilha, em áreas de pastagens naturais, utilizadas por gado bovino, ocorrendo a uma altitude que varia entre os 250 e os 650m.

O número de casais da Terceira foi estimado, com precisão, em 34-38 casais.

Faial

Embora num passado recente a espécie deva ter tido uma área de distribuição mais alargada na

ilha, actualmente apenas se reproduz na Caldeira, entre os 575/585m de altitude. O

número de indivíduos reprodutores é de 6-10 casais.


Pico

As expectativas em relação ao Pico, devido à informação antecipadamente recolhida, faziam supor um maior número de narcejas ou pelo menos uma maior área com habitat propício.

Embora a ilha ainda tenha uma grande área potencial para a reprodução da Narceja, o excesso de gado bovino e actividades agrícolas associadas – sabe-se que é uma das principais causas de destruição de ninhos – e a degradação das pastagens naturais têm reduzido drasticamente, nos últimos anos, a área disponível essencial à nidificação da Narceja.

Grande parte da população nidificante do Pico está concentrada na zona N/NE, nomeadamente na zona das lagoas(a uma altitude de 715/950m), o­nde foram recenseados 68-71 casais, para um total contabilizado, na ilha, de 85-88 casais.

São Jorge

São Jorge é a ilha o­nde a nidificação da espécie tem uma distribuição mais alargada, sendo também aquela que tem o maior número de casais reprodutores em todo o arquipélago, com 47,9% do efectivo total, ou seja: 180/193 casais. A altitude de ocorrência variou entre os 535 e os 950m.

Também aqui – embora sem as proporções verificadas no Pico – se assiste ao excesso de gado bovino e à drenagem das pastagens naturais, convertidas, na maior parte dos casos, em pastagens tratadas, empobrecendo grandemente o solo em termos hídricos e consequentemente retirando condições a que as narcejas encontrem habitat favorável no período de reprodução.

Flores

Nas Flores a altitude de ocorrência da espécie variou entre os 480 e os 720m e a população nidificante foi estimada com bastante precisão em 30-34 casais.

Corvo

O Corvo, foi a ilha da Região Autónoma, a seguir a São Jorge e ao Pico, com o maior número de casais reprodutores detectados: 41-51. O recenseamento de Narceja então efectuado, veio ainda a revelar ser esta a ilha dos Açores com maior densidade de casais reprodutores(6,8/8,5 casais/km2).

De assinalar o facto de o número de casais existente na ilha estar condicionado ao Caldeirão e às encostas que o ladeiam.

Assim, sendo evidente que existe no Corvo algum habitat favorável à reprodução da espécie, o elevado número de aves contabilizado numa tão reduzida área, talvez só encontre explicação no facto destas narcejas nunca terem sido perseguidas, visto que na ilha não existem caçadores.

A altitude de ocorrência da espécie no Corvo variou entre os 399m e os 766m.

Algumas considerações

O censo de Narceja no Arquipélago dos Açores, em 2005, serviu para identificar as ilhas o­nde a espécie está presente, os habitates frequentados durante a época de reprodução e, ainda, para contabilizar o número de casais existentes na Região Autónoma: 378-418 casais. Por outro lado, permitiu que também se identificassem possíveis ameaças à espécie.

Nos Açores a área de ocorrência da Narceja, durante o período de reprodução, pode variar entre os 250m e os 950m de altitude. A proximidade de lagoas e zonas de pastagem turfosas, entremeadas de espadana, juncos e Urze são os locais escolhidos para a reprodução da espécie no Arquipélago.

Assim, será importante no futuro a manutenção de vastas áreas de pastagens naturais, impedindo que essas zonas sejam drenadas ou transformadas em pastagens tratadas, tal como implementar medidas que evitem actividades agrícolas e pecuárias intensivas nesses locais.

Em São Miguel e no Faial, o número de casais reprodutores é muito reduzido e está actualmente confinado ao Planalto dos Graminhais e à Caldeira respectivamente. A análise dos inquéritos, efectuados a agricultores e caçadores, assim como os resultados obtidos durante este trabalho, sugerem que na Terceira, no Pico e em São Jorge a espécie abandonou, num passado recente, alguns locais o­nde ocorria durante o período de reprodução, devido ao desaparecimento de algumas pastagens naturais e turfeiras, e terá visto a sua área de reprodução reduzida em muitas zonas (Serra de Sta. Bárbara, Caldeira de Guilherme Moniz, zona do Pico da Urze, pastagens a norte de Stº Antão e Pico Alto, entre outros). Nas Flores e no Corvo não parecem existir ameaças imediatas.

A caça não será uma ameaça directa para a Narceja pois, provavelmente, grande parte das aves abatidas será invernante. O facto de ser uma espécie pouco conhecida, faz com que raramente seja procurada, sendo apenas alvo de «encontros» ocasionais com os caçadores. No entanto um conhecimento dos efectivos populacionais das espécies cinegéticas ao longo do ciclo anual pode ser um instrumento de gestão fundamental e seria importante que fossem efectuados censos com regularidade de modo a perceber a dinâmica populacional da espécie na Arquipélago dos Açores.




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