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Desconhecimento das populações e o aquecimento global podem ser as causas do aumento da doença
Grupo de Investigadores cria o Observatório Português das Leishmanioses
 

     

10-09-2008 19:15:30

 

 
   
No próximo dia 16 de Setembro, pelas 11h00, no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, em Lisboa, é apresentado o Observatório Nacional das Leishmanioses (ONLEISH), com o objectivo de criar uma rede de vigilância para a Leishmaniose Canina (LCan). A falta de conhecimento desta doença e o aquecimento global são os grandes responsáveis pela sua propagação que pode constituir um risco para a Saúde Pública.

A criação, pela primeira vez em Portugal, de um Observatório para as Leishmanioses tem como principal objectivo o apoio e a organização de acções de esclarecimento e de sensibilização sobre a Leishmaniose à Sociedade Civil, através da organização de uma rede de vigilância epidemiológica, apoio a estudos de investigação, edição de publicações sobre a temática, estabelecimento de protocolos de colaboração com entidades públicas ou privadas, assim como a promoção e participação em congressos e reuniões destinados a debater temas.

A Profª Lenea Campino, Presidente do ONLEISH – Observatório Nacional das Leishmanioses, alerta para a necessidade da prevenção: “A LCan é considerada grave pelo seu prognóstico e potencial propagação. Uma vez que o tratamento é prolongado e doloroso para o cão, dispendioso para os donos e, na maioria dos casos, não permite uma cura parasitária definitiva, é essencial que se utilizem as medidas preventivas actualmente disponíveis”.

A mesma responsável apela à prevenção e educação da população: “Foi por termos detectado uma lacuna na informação disponível sobre a Leishmaniose e o desconhecimento da maioria da população para o facto dela ser transmissível ao homem que temos trabalhado no sentido de criarmos esta Associação”.

A LCan é uma doença parasitária infecciosa causada por um mosquito, potencialmente fatal nos cães e transmissível ao homem. Trata-se de uma patologia bastante frequente não só em Portugal como também nos restantes países da Bacia Mediterrânica. Em Portugal esta patologia tem vindo a aumentar significativamente. Projecções feitas recentemente indicam que a manter-se a tendência do aquecimento global, a prevalência da Leishmaniose continuará a crescer. Esta evolução deve ser seguida de perto, pois constitui um risco para a Saúde Publica.



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