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Namibe
Angola: Caça furtiva ganha corpo no parque nacional do Yona
 

     

Fonte: AngolaPress

06-07-2009 10:00:00

 

   
Namibe - A caça furtiva no Parque Nacional do Yona, a cerca de 200 quilómetros a Leste da sede municipal do Tombwa, tem estado a ganhar espaço, devido à falta de meios de transporte por parte dos fiscais florestais, informou hoje o operador turístico Álvaro Batista.

Segundo Álvaro Batista, que falava à Angop sobre a caça furtiva naquela localidade, tem havido grandes dificuldades no controlo do parque devido à ausência de meios adequados para a polícia e agentes da fiscalização.

Para o agente turístico, é difícil ter uma noção exacta dos prejuízos que a caça furtiva provoca.

"Sem dúvida nenhuma, são evidentes os estragos que eles fazem. Tenho encontrado animais mortos ou feridos no parque. Essas são as consequências da caça furtiva", frisou.

Adiantou que os meios arcaicos que possuem os guardas florestais não conseguem travar a onda dos caçadores furtivos. Os guardas florestais estão fixados no portão e não têm meios de transporte e de comunicação.

Disse ser muito complicado controlar os caçadores furtivos, que na sua maioria passam-se por turistas. "Entram pelo portão e fazem os abates, saem pela praia, ou vice-versa e ninguém os controla".

Álvaro Batista é possuidor de uma unidade turística e de criação de animais selvagens nos arredores do parque, a cerca de 100 quilómetros da sede da comuna do Yona, criado para permitir às pessoas desfrutarem daquilo que a aldeia possui, com principal realce os mais de 300 animais selvagens de diversas espécies.

A sua grande atenção tem sido virada na preservação de algumas espécies de animais em vias de extinção, como por exemplo a zebra montanha.

A comuna do Yona, adjacente ao município do Tombwa, possui uma população estimada em 15 mil habitantes, agrupados em 14 povoações, maioritariamente constituída pelos "muimbas", população nómada pertencente ao grupo étnico-linguístico dos hereros, formados pelos muimbas, savicuas, cuvales e quindelelos.
 

 
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