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Relatos de Montaria

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Montaria de Benquerenças
 

     

Autor: Filipe Pedroso de Lima Domingos

07-12-2005

 

   
Mais uma montaria em que estivemos presentes, sendo a primeira vez neste local e organização. Fomos inscritos por amigos que já o ano passado tinham estado presentes, pelo que já conheciam o local.

Montaria – Z.C.M nº 2926 Benquerenças – Castelo Branco
Data – 03 de Dezembro de 2005
Organização – Secção de Caça do Pessoal da Câmara Municipal
Portas – ±97
Matilhas – ± 7
Custo – 50.00€
Tiros - ± 35
Tempo – Nuvens/sol
Resultado – 7 Javalis

Inscrição confirmada, tendo neste momento tomado conhecimento que existiam dois preços, o normal a 50,00€ e quem quisesse 80,00€ na modalidade de mata pendura. Bom nesta altura era pegar ou largar, pelo que o nosso grupo decidiu pagar 50,00€.

Seguiu-se o sorteio e a prelecção do “Director da Montaria” com algumas indicações, embora pouco audíveis. Falta alguma solenidade nestas situações.

Saída para as portas acompanhados dos postores, sendo de salientar pela negativa que, os veículos eram escassos e os monteiros tiveram que ir “a monte”, o que não é agradável. Na minha armada teve que ir um jeep particular já que era de todo impossível transportar tanta gente no transporte oficial.

As matilhas e matilheiros parece-me que fizeram um bom trabalho, embora tivesse falado com dois ou três monteiros da minha armada, que me disseram que nas suas portas não apareceram cães, mas apesar disso e pelo que ouvi de outros, mantenho a ideia inicial que o trabalho foi profissional.

Inicio com o morteiro habitual, tendo-se começado logo a ouvir as ladras dos cães e os respectivos tiros.

Recolha dos monteiros cerca de 3 horas depois, com o mesmo problema já atrás referido, acrescido agora com mais os porcos abatidos no mesmo transporte.

O taco e almoço suficientes, foram servidos no mesmo local da inscrição que era manifestamente pequeno para tanta gente. Também aqui esteve toda a gente “a monte”.

Estas organizações têm certamente uma boa intenção, mas aceitam inscrições a mais, o que torna tudo impraticável, não sendo agradável esta constatação.

Ao perguntar ao “Director da Montaria quem era o meu postor, qual a área a montear, fez-se despercebido e em vez de referir a mesma em ha, disse-me que era aquela à nossa frente, por aqui, por acolá enfim…

Anteriormente tinha perguntado a outro elemento da organização, qual o nº de portas e as matilhas presentes, tendo-me sido dadas respostas algo evasivas.

O mapa da mancha não era igual para todos, dando a ideia que devido à procura, e já depois do mapa estar feito, foram acrescentadas mais 18 portas.

Talvez por este facto ou então por má planificação na localização de algumas portas, estas eram extremamente perigosas, já que o espaço entre elas era pequeno, estando em alguma posições praticamente de frente. Quando verificamos estas situações até desejamos que não aparecem porcos. Entre a minha porta e a seguinte ouvimos bem um silvo.

Dos porcos abatidos 1 era razoável, 2 médios, 3 pequenos e 1 muito pequeno. Há que referir, que os matilheiros viram um grande navalheiro, que foi atirado por duas ou três portas e errado.

No local estão montados diversos palanques para esperas. Não haverá pressão a mais?

Para ser honesto comigo próprio tenho que referir estas situações, estando apenas na minha mente ajudar para que futuramente se possa corrigir o que esteve menos bem ou mesmo mal, não pretendendo denegrir seja quem for.

Para ajudar à festa como se costuma dizer, até a máquina fotográfica falhou, pois as fotografias mais significativas falharam.
 

 
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