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Macedo de Cavaleiros, incontornável destino na geografia cinegética nacional
X Feira da Caça e XII Festa dos Caçadores do Norte
 

     

Autor: NELSON CADAVEZ

Co-Autor: Agostinho Beça

06-02-2006 20:30:00

 

Decorreu entre 26 a 29 de Janeiro em Macedo de Cavaleiros, a X Feira da Caça e Outros Produtos da Terra em conjunto com a XII Festa do Caçadores do Norte, o certame que resulta do reforço de parcerias entre a Federação das Associações de Caçadores da 1ª Região Cinegética e a Autarquia Local, envolvendo ainda outros agentes de desenvolvimento local, nomeadamente a Região de Turismo do Nordeste Transmontano e Desteque (Programa Leader).

 
A cerimónia oficial de inauguração da feira foi presidida pelo Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Rui Nobre Gonçalves e ficou marcada pelos apelos dos presidentes da Federação de Caçadores da 1ª Região Cinegética e da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros ao governante, o­nde este reiterou a determinação do actual governo em extinguir o “terreno livre” até ao final da legislatura, o governante anunciou para breve a publicação de uma portaria que visa simplificar e agilizar o processo de licenciamento das zonas de caça “Actualmente, o processo de licenciamento de zonas de caça dura, às vezes, muitos meses e até anos. O nosso objectivo é que esse procedimento, pela parte da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, não ultrapasse os seis meses”.

Castanheira Pinto lembrou ao Secretário de Estado que “apenas 70 por cento do território está ordenado”, e, a seguir, fez-lhe um apelo: “Espero que o terreno livre seja realmente para acabar”. “Mas não adianta ter regiões ordenadas se lá não houver caça”, disse ainda Castanheira Pinto, criticando a Direcção-Geral dos Recursos Florestais, pelo facto de a mesma não ter permitido a caça ao corço na região.

Por fim, alertou também o governante para a necessidade de “serem alteradas as estruturas dos caçadores”.

Belraldino Pinto presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros salienta “esta Feira é conjuntamente com a Festa dos Caçadores, um ponto alto e incontornável do turismo cinegético, gastronómico e de natureza em Portugal “. A autarquia que coloca nesta iniciativa um grande empenhamento traduzido nos meios financeiros e estruturais que disponibiliza contribuindo decisivamente para a sua crescente dimensão e projecção, “este evento é uma manifestação do saber fazer e do saber receber da gente transmontana” refere o autarca.

 

A XII edição da Festa

Montarias
Do programa constava a realização de diversas montarias ao javali, o principal motivo de atracção para afluência de cada vez maior número de caçadores de outras regiões do país e de Espanha. Boas manchas e bem tratadas, além da característica maneira transmontana de bem receber, superam eventuais pequenas falhas na complicada logística necessária para o elevado número de portas. O envolvimento das pessoas da terra, para quem a montaria é simultaneamente uma forma de prevenir prejuízos nas suas colheitas e uma festa, proporciona o ainda verdadeiro acto de caça colectivo típico da venatória Ibérica.

No dia 26 de Janeiro, Quinta-feira, teve lugar a montaria de Ala, mais propriamente na mancha de Meles, o­nde o quadro de caça se arranjou com sete javalis.

Sábado foi o grande dia, com duas montarias em simultâneo. Apesar do frio intenso e do nevão, em Quintela de Lampaças foram cobrados treze javalis e mais seis em Morais, leiloados no recinto da feira em ambiente de grande animação, acto que também faz parte dos rituais venatórios e revela o espírito de companheirismo entre os praticantes de caça maior.

Talvez por causa da neve e do frio intenso, no Domingo, em Murçós, nenhum foi abatido, tendo o resultado final ficado pelos 26 javalis cobrados nas montarias anteriores.

Jornadas Técnicas e Conferência
O dia 27, Sexta-feira, começou com a realização das Jornadas Técnicas, da responsabilidade dos serviços oficiais que tutelam a caça a nível regional – a Circunscrição Florestal do Norte. No auditório da Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros, o assunto da instrução de processos para constituição de Zonas de Caça foi devidamente explanado à assistência, constituída essencialmente por técnicos, projectistas e alunos de um curso técnico-profissional de Ordenamento de Recursos Cinegéticos e Aquícolas a decorrer em Macedo de Cavaleiros. Foi, sem dúvida, um bom exemplo de como a tutela pode auscultar a sociedade civil, permitindo que sejam expostas questões oportunas e dissipadas algumas dúvidas quanto aos procedimentos.

De tarde teve lugar a Conferência “Dinâmica da Caça Maior no Nordeste Transmontano”, sendo os trabalhos conduzidos pelo moderador Castanheira Pinto, Presidente da Direcção da FACIRC. A assistência, mais numerosa e diversificada que de manhã, ouviu com grato prazer a esclarecedora exposição do Prof. Dr. Carlos Fonseca, do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (Unidade de Investigação em Vida Silvestre). Este investigador, especialista destas matérias, apresentou o tema, de grande actualidade, “Gestão do Javali (Sus scrofa L.) em Portugal: passado, presente e futuro”, destacando-se a ideia da necessidade de encarar a exploração cinegética do javali de forma sustentada, isto é, pensando no futuro e na manutenção de um capital reprodutor suficiente e equilibrado, propondo que sejam estabelecidos Planos de Gestão englobando zonas de caça contíguas e delimitadas Unidades de Gestão para a espécie com áreas adequadas, já que se antevê o ordenamento da totalidade do território.

O corço: uma mais valia para a região de Trás-os-Montes” foi o assunto abordado pela Prof.ª Aurora Monzón, do Departamento Florestal da Universidade de Trás-os-Montes de Alto Douro, que referiu a espectacular recuperação das populações desta espécie em toda a Europa e, igualmente, no Nordeste Transmontano. Nesse sentido, parece estar para breve o início da sua exploração, para o que é também recomendada a implementação de Planos de Gestão sustentada. Será então imprescindível que se comece por avaliar os efectivos e a respectiva dinâmica populacional nas zonas o­nde ocorre, para haver fundamentos bastantes no momento de incluir a espécie, tanto nos Planos iniciais das zonas de caça como, posteriormente, nos Planos Anuais de Exploração.

Na brilhante exposição do Presidente da ADETURN – Turismo Norte de Portugal, António Condé Pinto, foram focados aspectos como o grande potencial turístico da caça e dos espaços naturais da região, bem como a necessidade de promoção do turismo cinegético no estrangeiro.

A Conferência terminou com um curto espaço de debate, após a intervenção de Rogério Rodrigues, técnico superior da Circunscrição Florestal do Norte, com responsabilidades na administração da caça na região, que referiu haver neste momento um certo descontrolo na exploração do javali em Trás-os-Montes e alertou para as consequências negativas que podem derivar, se rapidamente não se inverter a actual tendência de excesso de pressão sobre esta espécie.

Prova de Santo Huberto
Além das duas montarias, no Sábado (dia 28), os caçadores não praticantes dessa modalidade poderiam participar no Prémio Galaico-Português de Santo Huberto, que decorreu no Campo de Treino da Zona de Caça Associativa de Grijó e Vilar do Monte, no sopé da Serra de Bornes, lugar de rara beleza paisagística, às portas da cidade de Macedo de Cavaleiros.

Com a parceria da Federação Galega de Caça, a prova mais participada de sempre, das organizadas pela FACIRC, contou com a presença de 32 conjuntos (cão-caçador) concorrentes, entre os quais se encontrava o campeão mundial da modalidade, Jorge Martín Sánchez, que aqui arrecadou o primeiro prémio, uma valiosa espingarda.

Os quatro juízes portugueses (Inácio Alves, Mota Veiga, José Leitão e Jorge Travessa) e os dois espanhóis (Rafael Mavar e José Calvo), aguentaram estoicamente a dureza do ar frio que, apesar de alguns momentos de sol, penetrava através dos agasalhos e fustigava todo o corpo, enquanto que os concorrentes sempre podiam aquecer o corpo e o espírito com uma óptima sopa quente, servida no interior do Pavilhão Multi-usos da Associação de Caçadores de Grijó e Vilar do Monte.

Uma manhã em cheio, com belíssimos lances proporcionados por animais de “alta escola”, que terminou com um bonito nevão e o conforto de um bom almoço no ambiente eficazmente aquecido da Feira.

Esta interessantíssima modalidade, com o seu inquestionável papel pedagógico, no sentido de melhorar a postura do caçador perante a caça, os outros caçadores e os cães, tem cada vez mais adeptos na região, além de induzir um saudável efeito de aproximação transfronteiriça.

Tiro aos pratos
Domingo, 29 de Janeiro de 2006, último dia de Festa e Feira. No Campo de Tiro do Clube de Caça e Pesca de Macedo de Cavaleiros decorreu, com elevado nível competitivo e sã camaradagem, a prova de Tiro aos Pratos para apuramento dos representantes da FACIRC no Campeonato Nacional. Os mais de vinte atiradores presentes, previamente seleccionados nas Associações e Clubes membros da Federação, resguardaram-se das adversidades climáticas nas acolhedoras instalações do Clube, o­nde foi sempre mantida acesa a “chama” da fogueira e do bom convívio.

Demonstração de cães de parar
À tarde, no recinto do Parque Municipal de Exposições, foi bonito de ver os praticantes da modalidade de Santo Huberto exibirem, para um vasto público, o elevado nível dos seus cães parando ostensiva e demoradamente sobre perdizes vivas.

Merecem destaque Raul Fernandes, Rui Aliste Vaz e Paulo Vila Afonso, grandes aficionados desta "arte" e apaixonados criadores/ treinadores de cães de parar e também grandes caçadores de perdizes, tanto nas terras do planalto da Lombada como nas encostas dos rios Maçãs e Sabor.

Paulo Vila Afonso é, nada mais, nada menos, o vice-campeão nacional que, em Novembro de 2005 representou Portugal no Campeonato do Mundo na Dinamarca, fazendo conjunto com o seu Setter Inglês “Rom” e que aqui mostrou com toda a elegância as razões desse feito.


X Feira da Caça e Outros Produtos da Terra
Ao longo dos quatro dias de duração da Feira, a toda a hora era constante o afluxo de visitantes, dos mais diversos estratos sociais e etários que admiravam, entre outros aspectos de grande interesse, as actividades permanentes: exposição e prática de falcoaria; a caça alternativa com arco e besta; caça a cavalo; exposição de fauna cinegética viva; exposição de fauna naturalizada “Fundação Dr. Romero Nieto”; restaurantes regionais e animação cultural por grupos musicais e etnográficos locais a lembrar as tradições populares.
 


Após o jantar dos monteiros, participantes nas duas montarias realizadas no Sábado, teve lugar o tradicional Serão Transmontano, o­nde alguns menos afortunados foram submetidos aos rituais de “julgamento” pelas “infracções” cometidas no decurso do acto de caça. Momentos de bom humor em que se assiste ao esgrimir dos argumentos de defesa e acusação, sempre soberana e sabiamente resolvidos pelo juiz, que decide pela aplicação de pesadas multas convertíveis em garrafas de preciosos “espíritos” para animar as hostes e recuperar dos frios momentos aquando da permanência no monte.

De há uns tempos para cá deixou de se verificar a necessidade de fazer “baptismos” (ou “noivados”, como lhe chamam em Espanha), provavelmente por haver cada vez menos “iniciados” e portanto a grande maioria dos monteiros já terem sido submetidos a esse ritual venatório… ou então escondem-se de tal maneira que passam completamente despercebidos. Nas próximas edições há que estar atentos a estes trânsfugas e não os deixar escapar!

 
 

O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas preside à cerimónia de inauguração  

 

Breve historial

Tudo começou nos últimos meses do ano de 1994, quando ainda vigorava a Lei n.º 30/ 86, mas já se discutiam os termos da nova legislação de bases para a caça, que veio a ser publicada cinco anos depois – Lei n.º 173/ 99, de 21 de Setembro.

Unidos em torno da revitalização da Federação das Associações de Caçadores da Primeira Região Cinegética (FACIRC) e da problemática daquele tempo, que era, em termos gerais, a implementação do Associativismo e do Ordenamento Cinegético na região, um grupo de caçadores transmontanos, pensando em algo mais do que o simples acto de caçar, resolve chamar os intervenientes no espaço rural e os praticantes das actividades venatórias para debaterem essas questões em plenário. Assim surgiu a Primeira “Festa-Congresso dos Caçadores do Norte”, em Macedo de Cavaleiros entre os dias 16 e 19 de Fevereiro de 1995, desde a primeira hora com todo o apoio da Câmara Municipal.

Notícias da época relataram profusamente o evento. Além das montarias, muito concorridas e com elevado número de reses cobradas, no Congresso foram efectivamente discutidos e escamoteados os assuntos que preocupavam os caçadores na altura, naturalmente bem diferentes dos de agora.

Naquele gélido Sábado, 18 de Fevereiro de 1995, mais de 500 Congressistas, agricultores, técnicos e caçadores, com a força anímica resultante da diversidade de posições, fizeram subir a temperatura no pavilhão do Parque Municipal de Exposições. Não conseguiram encontrar “a” solução para “todos os problemas do mundo da caça” que se propunham resolver, mas reflectiram, agitaram consciências e o que concluíram teve a importância possível no contexto do momento e talvez possa vir um dia a contribuir, embora que modestamente, para o estudo da História da Cinegética.

Em 1997 inicia-se uma nova fase na Festa dos Caçadores do Norte, com a primeira edição da “Mostra-Venda de Caça e Outros Produtos da Terra”, agora designada “Feira da Caça e Outros Produtos da Terra”, que veio trazer ao certame uma componente fundamental – a integração das populações locais na Festa, com os seus genuínos produtos e serviços, prontamente apoiada em termos de logística e financiamento pela DESTEQUE – Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente Transmontana, através do Programa LEADER.

 
 

 

Javali e Corço, repensar a sua exploração

Nos últimos anos tem-se assistido a uma procura crescente da caça ao javali nos seus diversos processos, a montaria que de ano para ano ganha adeptos em grande parte devido às vicissitudes de que a caça menor padece, traduzindo-se numa pressão venatória sobre este ungulado que começa a dar sinais de conduzir à ruptura da sustentabilidade da espécie, comprometendo-se assim um património cinegético que simultaneamente tem sido a verdadeira alavanca destas iniciativas de promoção turística.

Ficou patente, no âmbito da conferência “Dinâmica da Caça Maior no Nordeste Transmontano” a necessidade de se equacionar de forma coordenada a sua exploração, nesse sentido cabe à FACIRC em estreita parceria com o Clube de Monteiros do Norte desenvolver esforços que conduzam à implementação de medidas junto das suas associadas e concessionárias de zonas de caça, que visem racionalizar e optimizar a sua gestão, preservando este importante recurso cinegético.

Por outro lado o corço devido a sua espectacular recuperação e expansão por todo o Nordeste Transmontano consequência das condições favoráveis que têm resultado das transformações da paisagem rural, afigura-se como um capital de elevado potencial venatório ao qual deve ser dado a correspondente importância económica, alargando-se a sua exploração, que de resto contribuirá para o reforço do seu valor, desencorajando desta forma práticas negligenciáveis e ilícitas.

 
 

Exposição de fauna naturalizada

 

Exposição e prática de falcoaria

 
 

 

O Futuro

É notório o esforço e empenhamento que a organização põe neste evento, no entanto e devido à sua dimensão e número de visitantes que mobiliza, é natural que nem tudo corra bem, como é desejado pelos organizadores, Castanheira Pinto garantiu que na próxima edição serão introduzidas alterações no sentido de ainda melhor receber os visitantes e de corresponder às suas mais exigentes expectativas.

Esta Festa da Caça, à semelhança de outros eventos que um pouco por todo o país se vão realizando, representam bem a importância que o sector cinegético tem vindo a adquirir, assumindo assim o seu papel de contribuir para a dinamização e desenvolvimento do meio rural deprimido.

Passada que foi mais de uma década de bem sucedidas e consecutivas edições, ambos os eventos ganharam o seu espaço, projecção, dinamismo, vida própria e contribuíram indubitavelmente para a afirmação da caça como actividade estratégica na região.

Fica bem patente a importância das exemplares parcerias estabelecidas entre o poder local – neste caso a Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros – e a Federação das Associações de Caçadores da 1.ª Região Cinegética, as instituições oficiais, as associações/ clubes de caçadores e todas as organizações locais envolvidas nas diferentes acções realizadas. As sinergias resultantes constituem claramente a quota-parte da sociedade civil no cumprimento de um dos grandes objectivos consignados na própria legislação reguladora desta actividade – fazer da caça mais um meio para a melhoria das condições de vida das populações que ocupam ainda o espaço rural, ajudando a fixar pessoas e contrariando a tendência para a desertificação humana do interior do país.

Há quem diga que o mais difícil em gestão cinegética, por incrível que pareça, não é tratar das espécies de caça, mas sim mudar mentalidades e que as mesmas demoram cerca de uma década a mudar… Ora, se o Associativismo e o Ordenamento Cinegético, neste entretempo, de incipientes passaram a ser uma realidade, cuja dimensão é bem visível, talvez seja chegado o momento de se pensar no II Congresso dos Caçadores do Norte, desta feita para debater e reflectir sobre o aperfeiçoamento dos modelos de Ordenamento e Exploração Cinegética, bem como sobre a nova postura do caçador e o papel das Organizações do Sector da Caça para o futuro da actividade e das regiões do interior.

 
 

 
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